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Eu sei que, no fundo, você só quis me proteger — ele sorri — Lembra quando quebrei o antigo vaso de flores da vovó? Aí o bêbado: - Olha, ou foi alpiste ou estilingue! Pode confiar em mim. Na mente, ideias combinadas com tudo o que Livro da ACP corrigido depois de impresso. Cancelar Salvar. Que o beijo lento se transformasse em um beijo apaixonado e descontrolado. Sophia lançou um olhar meigo para ele. Invejava a força desse amor, ao mesmo tempo em que me assustava. Bruno Era um cara novo na cidade, ele perguntou: - Moça como chega no hospital? Agora to feliz, to navegando com txs a mais de 1 mega picos de 2 megas ou mais, Claro 3G em campo grande Rio de Janeiro- RJ.

Home Kuduro e Milindro Kastelo Bravo - Maluco. Kastelo Bravo - Maluco. by Dj Loyd-B 7 years ago. Artista: Kastelo Bravo. Titulo: Maluco. Ano: Género. Artista: Ziqo Titulo: 20 Anos de Paz Formato:Mp3 Genero:Pandza Ano Next articleKastelo Bravo – To Ficando Maluco [Teaser] · admin. Júlia Nogueira) MC Hariel · Baile de Favela MC João · Tu Tá Na Gaiola MC Kevin o Chris · Fé Na Maluca (part. MC Joãozinho VT) MC Neguinho do Kaxeta. muito alto, em diversas direções, como se evitassem baixar sobre a terra maldita. Já não tinha .. Passava a hora do almoço bravo, e não vinham os animais!. estrada, a muitas léguas de distância, no sertão bravo. .. Como instrumentos de música, tinham os índios trombetas, das lotes, ficando cada um deles a cargo de um dos tropeiros, ajudado por um dos Maluca! Maluca! - berravam os garotos. Um deles apanhou no chão uma pedra, e arrojou-a sobre a desgraçada .

Ficou claro. Tomei o caminho que tinha que tomar. Eu estava indo assim meio Muito obrigado à senhora. Eu esqueci de lhe agradecer, como agradeci a Valdemar Costa Neto naquele dia. Isso é uma inteligência. É isso tudo, Sr.

Os que aqui se arrostam juízes, vou questionar um por um. Ou acha que a Inteligência é desde o primeiro momento? Relator, o Marinho foi filmado, pelo que vi aqui, no dia 14 de abril, naquela fita de 1h54min que distribuí Posso ter sido, no passado, um cara assim mais atirado, mas procuro pautar a minha conduta com muito equilíbrio e muita serenidade, Sr.

Me vendeu, infelizmente me vendeu! Ele veio falar comigo. Sentou-se, à noite, para jantar comigo e começou a dizer que uma empresa, que ele representava nos Correios, estava tendo os interesses contrariados na Diretoria do Dr. Eu falei: espera aí, Dr. Molina, só um momentinho, Comandante - eu achei que ele era comandante; naquela época, eu o chamei de comandante.

Eu sou político, sou Deputado Federal e presidente de Partido. Antônio Osório, que é o diretor da empresa. Ele tentou falar comigo, Sr. Eu quero lhe passar esse relatório da agenda do meu gabinete. Ele me ligou:. Recebi o Sr. Molina em 3 de maio, por volta das 17 horas. E disse que estava sendo prejudicado, que uma empresa que ele representava estava sendo prejudicada e que ele queria acertar, que era bom para todos.

O senhor pode se retirar. Marinho pegando dinheiro em seu nome e em nome do PTB e quer negociar com o senhor. Mandei ele embora, e ele foi embora. E, depois, aconteceu o que aconteceu. O que evoca Fortuna nas suas lembranças? Em Belém, ele falou isso na conversa comigo, sentado no restaurante do hotel.

E que queriam conversar comigo, que seria uma coisa boa para todo mundo Recebi informações do Sr. Fortuna depois. Fortuna é amigo do Deputado que indicou o Dr. O nome saiu dele. Poderia esclarecer um pouco o conhecimento que V. A Novadata Quando nós sentamos Onde tem problema aí? Antônio Osório, onde é que tem problema?

Também em uma passagem V. Efetivamente, ficou visível isso? Agora, depois que as coisas começaram a caminhar, depois que, no jornal Folha de S. Paulo, aquela entrevista com a jornalista Renata Lo Prete saiu — a primeira, no dia 06 — é que a Polícia Federal começou a perseguir as provas daquilo que eu contei naquelas informações. Procuraram colocar só em cima do PTB. Invadiram a casa do Salmeron, a casa da minha filha e do meu genro.

Eu pediria à CPI que tivesse essas O despacho de S. Mas ela mandou fazer por aqui. Tudo foi feito rapidamente para colocar Nitidamente, eu vi isso, Sr.

Quem entregou no seu apartamento? Deixou-me receber junto com a minha correspondência. Quando cheguei em casa, no domingo No domingo dia 15, eu recebi na minha correspondência, junto com meus jornais, com as minhas revistas, um envelope pardo, e tinha uma fita para mim. Porque ou eu mandei copiar a fita do Salmeron, que recebeu também Foi abordado ou por pessoas ou por correspondência?

Eu, por exemplo, recebi Empreste-me aqui, por gentileza? Hoje, em meu gabinete Agora, a gente tem que peneirar. Eu recebi o contrato da Sky Master e passei para frente; acabou na imprensa. O endereço muda: um, município Rio Acima; outro, município Belo Horizonte. Talvez V. Ou seja: é a mesma coisa.

E vou assinar para deixar com V. E tenho recebido coisas assim. Quer dizer: estou lendo, vejo a CPI, leio os depoimentos da Polícia Federal, mas nunca antes ouvir falar. Fui eu que indiquei. É um homem de bem. Todavia, peço aos Srs. Parlamentares que façam as sua indagações num tempo menor do que esse, porque temos 31 Parlamentares inscritos e vamos controlar o tempo rigorosamente.

Maurício Marinho e o Sr. Reputo muito importante essa fita e acho que todos os membros desta CPMI devem ter ciência do seu teor. Passo a palavra ao primeiro orador inscrito, Senador Alvaro Dias, por dez minutos.

Pediria aos Parlamentares que pudéssemos reduzir esse tempo, por favor. O Deputado Roberto Jefferson é um homem corajoso, sempre foi e tem sido, e, certamente com arte, a verdade alcança ainda mais, atinge uma profundidade superior. Vejo a arquitetura de um projeto de poder. E é evidente que, para alguns, o fim justifica os meios. Gostaria, farei outras indagações, quero fazer, Sr.

Presidente, rapidamente todas elas, porque confio na memória do depoente, Deputado Roberto Jefferson, que tem uma memória indiscutível. Hoje, V. Sílvio Pereira. Ele coloca isso na entrevista. E era assim que funcionava. Toda estrutura era montada com o Sr. Sílvio Pereira e quem batia o martelo era o Ministro José Dirceu. Foi assim em todos os cargos que o PTB nomeou. Sílvio Pereira dizia que era o jeito do PT governar.

Dava a cabeça e tomava o corpo. Gostaríamos que E é exatamente isso que V. Dimas, ex-diretor, porque foi exonerado hoje, repassou para a Cemig Apenas para quebrar o gelo, Sr. Ele falou: vocês me consigam um bom nome porque eu quero tirar esse moço. Ele é incorreto com o Governo. Falei: mas por quê, Presidente? Procurei o Dr. Ele deu o nome de um técnico da empresa de vasta experiência: Dr.

É que o depoente usou Eu vou sintetizar. Só duas perguntas. A primeira delas: eu vi, numa entrevista sua, alguns nomes como beneficiados pelo esquema Furnas. Eu vou concluir. Gostaríamos que V. Depois, Sr. Presidente, vou encaminhar alguns requerimentos exatamente como conseqüência do depoimento de hoje do Deputado Roberto Jefferson.

Facilita para V. Eu assino o jornal. A outra pergunta diz respeito Eu fui procurado, quero dizer a V. Isso é que eu quero dizer a V. A política neoliberal esposada hoje até de forma mais ortodoxa pelo atual Governo foi a que nós apoiamos oito anos no Governo Fernando Henrique. Deputado Roberto Jefferson, V.

Eu vou usar alguns termos que V. Hoje V. Foi V. É um homem de bem, é um homem honrado, é um homem correto e tem hoje, na Casa Civil, uma mulher vertical. Acho que o Ministro Gilberto Gil foi infeliz ao dizer que ela era uma mulher de dotes masculinos.

A Ministra Dilma Rousseff é uma guerreira que nunca perdeu a sensibilidade. Ele era a crise. Ele ficou e fragilizou a Casa Civil. O senhor assistiu a fita num domingo à noite No dia 15 de maio, domingo, almoço com Salmeron e Osório. Assistimos à fita. É um prejuízo para nós mantermos isso aberto. Estou vendo na mídia uma queda de braço do delegado titular do inquérito na Polícia Federal com a Agência Brasileira de Inteligência.

Presidente, queria sugerir a V. É feito fotografia? Estabelece, no art. Corre todo o ano de No ano de , o Sr. Nunca esteve presente conosco nessas tratativas políticas o Ministro Gushiken. Dimas para que isso conste dos autos desta CPMI? O currículo começou a transitar. Todo mundo dizia que era um técnico espetacular, um grande nome para substituir o Dr.

Eu quero tirar. Insisto com o Spirandel. José Dirceu, nomeia o Spirandel. Peça a Dilma para fazer o Spirandel. Perfeito, tem apoio. Tem apoio de segmentos do PT; tem apoio de segmentos importantes do PT.

Esse cara se relaciona com todo mundo, é de todo mundo. Você jogou bem, moralizou o esquema. Gostei, Roberto. A assembléia da empresa, Deputado Onyx, foi convocada para o dia 16 de maio, segunda-feira. A assembléia de Furnas foi convocada. Na época, o Dr. Silas Rondeau. Fomos jantar em minha casa, na segunda-feira à noite, eu, o Dr. Deram 9 horas da noite, toca o telefone celular do Dr. Era o Dr.

Espirandel, para informar que a Ministra Dilma Rousseff ligara para ele naquela hora mandando suspender a assembléia. Isso foi no dia 16, segunda-feira, às 21 horas. Porque eu chego aqui, eu sou Deputado de primeiro mandato, eu conheço uma pessoa chamada Waldomiro Diniz Waldomiro Diniz agia na sombra, aqui do Parlamento, em Eu assisti conversas de Parlamentares que se transferiram de partidos políticos.

Nesse esquema, ele era o braço operativo do José Dirceu, aqui dentro da Câmara dos Deputados, e auxiliou na montagem, no seu entendimento? O que eu tratei? Quando nós fizemos a diretoria da Eletronorte, toda a estrutura, diretoria, presidência, em baixo, tratada com o Silvio Pereira, era do PT.

Deputado Roberto Jefferson, Sr. Parlamentares, antes de qualquer coisa, quero dizer que foi de fato a coragem do Deputado Roberto Jefferson de dar uma entrevista à Folha de S. Dito isso, quero afirmar, Sr. Vou começar pelos Correios. Ele queria muito mais e ele estava a serviço de pessoas muito mais importantes. Talvez, Deputado Roberto Jefferson, V. Imagino que o Dr. Eduardo Medeiros envolveu outras pessoas. O nome do Sr. Petri e o nome do Sr. Adauto, porque hoje eu soube que o Sr.

Osório assumir. Protegia, assim, o seu espaço, protegia o espaço do indicado, do Sr. Refiro-me ao Sr. Poucos de nós Marcos Valério, nunca sequer tinha ouvido falar do Sr. Existe ou existem outros braços? Se existe ou existem, quais seriam os seus principais cabeças? Quais seriam os principais operadores? Ele reconheceu, no depoimento prestado à Polícia Federal — pelas informações que eu tive —, que tratava com o Sr.

Silvio, de assuntos administrativos do PT. Ele sequer tem a agência do Partido dos Trabalhadores. Eu nunca vi você tirar dinheiro do caixa para pagar fornecedor. Emite-se fatura e contrafatura. Mas, muito bem. Isso vai ser objeto do interrogatório do Sr. O operador do PT se auto-revelou.

Kastelo Bravo - Maluco

Os fatos falam muito mais alto do que as versões que se pretende dar a determinados assuntos. Mas eu queria ainda, Sr. Presidente, no tempo que me falta, perguntar ao Deputado Roberto Jefferson um assunto importante. Isso procede, Deputado? O senhor esteve com o Presidente Lula, no dia 05 de janeiro de , uma quarta-feira? No dia 23 ou 27 de janeiro. Eu posso olhar a minha agenda. Eu estive com ele duas vezes em janeiro.

Eu lhe dou pelo meu gabinete, Excelência, por favor, toda a minha agenda, corretinha. Entreguei ao Relator; mas se V. Presidente, V. Espero que seja comigo também. Estou concluindo. Em março, quando V. O Deputado Roberto Jefferson foi obrigado a, mais uma vez Presidente, para ouvir todas as respostas do Deputado Roberto Jefferson. Houve alguns acordos eleitorais nas eleições de , nas campanhas municipais, onde o PT e todos os partidos disputavam as eleições com candidatos a prefeito pelo País?

Quando eu esclareci ele tomou um baque. As relações ficaram as piores do mundo, elas ficaram fisiológicas a ponto de troca-troca de dinheiro. Alguém do partido Eu percebi que a coisa minou, porque as pressões cessaram sobre os meus Deputados. Bota PT, mas aqui é Sílvio Pereira. Aí vem aqui, Fernando Bezerra indica Ezequiel Ferreira. Aqui a mentira da revista, aqui é que vi que houve uma acordo da revista com o governo.

Porque a revista, para dizer a verdade, teria que ter dito: Sílvio Pereira, diretor Dr. Colocou aqui um cara que nunca foi diretor, que é o Ezequiel. A revista participou disso. Suspeito claramente disso. Mas, Deputado Roberto Jefferson, eu nem ia lhe fazer essa pergunta, mas a farei a partir de uma resposta que V. A primeira parcela chegou no princípio de julho, final de junho, princípio de julho. O esquema se amplia. Eu vi pela fita que envolvia o dinheiro, aquelas notas de cinqüenta e cem mil reais.

Tudo isso era tratado com o José Dirceu. Estive com ele duas vezes com certeza e uma vez no princípio deste ano, quando começou a crise grave do PTB, em setembro, pela falta do recurso assumido. Eu o recebi à tarde. Posso olhar a data para lhe dar com certeza.

Estava ao meu lado o Emerson. Ele fala de dinheiro como se fosse um negócio assim banal, uma coisa assim Deputado, eu estou satisfeito com suas respostas. Mas, a partir da entrevista do Deputado Roberto Jefferson, uma entrevista sem provas, como ele mesmo disse, os fatos foram aparecendo e se concatenando.

Prova que ele tinha Recebia dinheiro do Correio com um contrato muito alto. Ele se confessa amigo, amigo mesmo do Sr.

Marcos Valério retirava dinheiro vivo, comprovando o que lhe havia dito o Deputado Roberto Jefferson. Isso é uma evidência do que disse o Deputado Roberto Jefferson. Era amigo do Sr. Presidente e Sr. Se entender como oportuno, V. Deputados, Deputado Roberto Jefferson, acho que V. Acontece que o tiro, na verdade, foi dado no alvo que estava fixado num paiol de pólvora, que foi a conseqüência desse tiro feito contra o seu Partido e a sua figura.

Acho que é isto que queremos aqui, efetivamente, no dia de hoje: a sua total e completa sinceridade para expor aquilo que V. No depoimento, por exemplo, na Câmara dos Deputados, V. Paulo, que V. Paulo, V. Essa é a minha resposta, Senador. Posso relatar a V. O que relatei foi desse acordo político feito na sede do PT. Desse eu sei falar porque eu conheci.

Depois, ele voltou ao PTB — vou lhe dar certinho, na agenda. Ele voltou este ano para tratar desse assunto, IRB, a transferência de depósitos. Falou em Eletronorte, em Furnas, em Dnit Porque V. Isso foi a minha conversa com ele ainda Ministro. Só encontrei defesa no Deputado Eduardo Seabra. Aí, fui ao Ministro José Dirceu. Os doleiros foram presos. Inclusive, V.

Mais uma pergunta. Tudo era tratado com o conhecimento dessas pessoas e do Sílvio Pereira. Sabe mais ou menos o período, Deputado? No primeiro ano de Governo, em , na montagem de toda essa estrutura que falei a V. É um salinha no fundo, no quarto andar, onde ficava, no início, o Sílvio Pereira; depois, foi ocupada por Marcelo Sereno. Sempre com o Sílvio Pereira ali. O Genoíno participava dessas reuniões, batia o martelo ali e depois íamos para a sala do José Dirceu. É um critério subjetivo meu, mas eu estranhava, sim.

Falou com o José Dirceu. Tenho uma trajetória. Muito bem. Mas eu sinto que V. Ele reconheceu que V. E eu encerraria, Sr. O Presidente disse que o Deputado Roberto Jefferson era seu parceiro e que daria a ele um cheque em branco.

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Eu só dou à minha mulher. Mas o Presidente disse que daria ao Deputado Roberto Jefferson. Muito obrigado, Sr. Vou fazer algumas perguntas ao senhor. Ouvindo aqui esse esquema, eu anotei o seguinte: como é que era decidido que um Partido ficava com este cargo e o outro Partido ficava com o outro?

Por exemplo, quem ficava com a diretoria ou aquele ficava com a Presidência ou ficava com aquele cargo que fura poço e sai petróleo. Enfim, qual a lógica que havia nisso? Eu queria saber o seguinte: Quem decide?

É pelo valor do cargo? Como é que era isso, a lógica disso? Quem construía, por exemplo, o IRB? Toda essa costura embaixo, assim, quem fazia era o Silvio Pereira. Como é isso? Que lógica é essa? Me perdoe, eu sou Eu iniciei dizendo que o senhor conhece, que o senhor tem coragem. É apenas esperar a próxima crise.

É isso. É isso? E vou explicar a V. Disse isso sempre aos meus companheiros diretores. É assim que funciona. Toda essa disputa, Juíza Frossard, passa por aí. Por que os Partidos buscam nomear os cargos de Governo?

É assim que funciona, Juíza Frossard. Deputado Roberto Jefferson, o senhor acha que, diante disso que o senhor acaba de me dizer, seria conveniente aqui para nós, que estamos nesta CPI, ouvirmos os Presidentes dos Partidos? O senhor acha? E, finalmente, Sr. Deputado Roberto Jefferson, devo lhe dizer que tudo o que estou vendo e ouvindo aqui é muito novo para mim. Eu confesso para o senhor que, depois de tudo isso que ouvi aqui, estou estarrecida.

Eu lhe disse isso a primeira vez que nos encontramos aqui. Pois bem. Sempre foi assim em todos os Governos? Podemos falar de muitos assuntos: do sistema político brasileiro, dos vinte anos de mandato de V. Ele sabe tudo. É o nosso Partido, é o nosso Presidente. Ou seja, acreditar que tudo isso era um conjunto de bravatas parece-me ser uma das grandes fragilidades da fala de V.

Talvez para ter coragem mesmo, V. Falei com A, falei com B, falei com C. Eu estava disposto a fazer um acordo. É possível segurar a mídia? E pergunto: por que nunca disse nada, Deputado Roberto Jefferson? Agora, Deputado Roberto Jefferson, segue outro problema: V. E vou investigar tudo. Também estou feliz. Quero apurar tudo, porém pretendo evidentemente investigar V.

Fico me perguntando quando V. Quando lhe convém? Conforme a circunstância? Para se proteger melhor? Foi o que V. Maurício Marinho, que hoje alega mal conhecer. Maurício Marinho diz é bravata e tudo o que V. É muito maniqueísmo, Deputado Roberto Jefferson. Foram cerca de 20 anos de mandato e de política. Deputado Roberto Jefferson, também penso como V. Houve outras questões, Deputado Roberto Jefferson, que V.

Deputado Jefferson, V. E aí lhe pergunto: Nesse processo de tantas entrevistas, etc. Uma parte foi declarada. Eu pergunto se V. Quanto dinheiro foi? Como foi? Quem entregou? E assim por diante. O meu Partido jamais teve financiamento de bicheiros. Olívio Dutra com os bicheiros do Rio Grande do Sul. Só quero usar da palavra depois de V. Só depois. Existe réplica. Quanto à coerência, eu sou mais coerente que V.

Apóio o modelo neoliberal esposado pelo Ministro Palocci, que V. Quem mudou foi V. Advoguei para o Presidente Collor. É um político de carreira. Achava-o arrogante, pedante. Eu, advogado criminal, professor de Processo Penal. A ética de V. E eu quero dizer a V. Só por dentro nas contas do Sr. Meça o tamanho do que vai acontecer! Eu depois vou ter outro encontro com V.

Eu quero a resposta. Relator, Deputado Roberto Jefferson, Srs. Deputados, Srs. Conheço V. Diz V. Mas o que V. Daí porque é muito importante que V.

Nós participamos do primeiro. Nós tínhamos o Ministro da Agricultura, que era o Dr. Tivemos integralmente esses dois ministérios. Os ministérios, suas secretarias e suas delegacias. Para quê? Havia sobre nós, Deputado Asdrubal Bentes, uma pecha muito forte de fisiologismo. Nós queríamos virar um pouco a folha desse passado, que muito nos marcou, de fisiologismo.

Para podermos construir o que construímos depois, do que todo mundo duvidou. A imprensa duvidou. Paulo, quando nós dissemos que apoiaríamos a candidatura de Ciro Gomes a Presidente do Brasil. No segundo governo. E como o tempo urge e a Mesa vai cumprir os 10 minutos, eu gostaria de indagar e V.

Poderia explicitar melhor?

É a primeira pergunta. Posso mostrar. Presidente, restitua-me o tempo. Garanta-me a palavra. Quero que me restitua o tempo. Chegaram a ser divididos? Com que municípios Mas me parece que V. A quem V. Toda verossimilhança dos cargos, das indicações estavam arquivadas na Casa Civil. Quero lhe dizer isso. Recebo na pessoa física e assumo a responsabilidade civil e criminal disso. Quero dizer isso a V. Foi a pior Legislatura que vivi na minha vida.

Sou Deputado Federal desde o Presidente Figueiredo. Nunca tinha ouvido falar em financiamento de partidos da base pelo Partido do Governo. Foi só nesta Legislatura. Ela me honrou porque culminou com a minha trajetória, vinda de Presidente do PTB da minha cidade, Petrópolis, onde fundei o Partido com meu pai. Fui vereador duas vezes pelo PTB. Fui líder da Bancada cinco anos, e presidi o Partido por dois.

Eu percebi nitidamente que essa queda de braço contaminou a Câmara. Primeiro, o candidato foi ruim, o candidato que o PT E ele fazia isso aqui. Andava com a cabeça baixa, pelo canto, é timidez, entendo. Ficaram 50 deputados contra S. O candidato é horrível. Sua Excelência vai com um homem para perder. Sua Excelência insistiu.

E o TCU. Temos uma aliança com o Governo. O meu candidato é o Greenhalgh. Meu voto é de S. Foi assim. Quem filmou Waldomiro foi o mesmo que instrumentalizou e fez tudo agora, para pegar o Marinho.

Como V. O Jairo é a mesma coisa. Depois, o sócio dele veio dizer que discordava dessa atitude dele. Eu tenho assistido aos trabalhos da CPMI.

Estou em casa e estou ligado aqui, estou monitorando, estou vendo. Isso é dinheiro que eles pagam. Confesso a V. Portanto, as informações que V. A verdade vai surgindo. Portanto, Deputado Roberto Jefferson, faço essas considerações, porque penso que todos nós aqui, diante dos fatos que vêm se repetindo a partir das declarações e informações que V.

E, pelo que consta até o momento, parece que V. O Governo acredita certamente nas suas informações e sabe muito bem a que V. Mas eu quero aproveitar esta oportunidade, Deputado Roberto Jefferson, para lhe indagar algumas outras informações. Eu gostaria de indagar se V. Além de Furnas, que V. Tem desconfiança ou informações? Isso é coisa que a CPI vai ter de apurar. Na entrevista que deu ao Jornal do Brasil, no domingo passado, V. Quero dizer, Deputado Roberto Jefferson Fazendo soar a campainha.

O que temos visto, o tempo todo, é isso. Permanecem sendo defendidas, com unhas e dentes, pelo Partido dos Trabalhadores.

(PDF) O inverno das fadas - Carolina tracystreats.info | Marcela Adão Alberti - tracystreats.info

Quero dizer isso, Deputado Roberto Jefferson, Sr. Senadores, Sr. PT-MS — Nós cronometramos aqui.

Presidente, o Deputado Roberto Jefferson é acusado. É reconhecidamente um político dotado de grande capacidade de oratória. Suas qualidades oratórias permitem a V.

Suas qualidades, Deputado Roberto Jefferson, permitem que V. Só que V. No depoimento de V. Eu lembraria, por exemplo, o Sr.

Molina afirma que, em nenhum momento, fez chantagem a V. Maurício Marinho diz que, uma vez abordado pelo Sr. Molina, o Senhor determinou a entrega da fita. O Sr; Wascheck disse que foi ele quem fez as gravações porque tinha interesses contrariados contra uma pessoa que participava das articulações que o Senhor tinha nos correios.

Arthur Washeck afirmava que ele tinha contratado o Sr. Eu no final foi fazer ainda algumas perguntas para ajudar a esclarecer. É uma pena, Sr. Uma delas é que eu queria que o Senhor narrasse melhor como foi a conversa com o Sr.

Molina no dia 3. Exatamente o que ele falou para V. O que vai ficando claro, Deputado Roberto Jefferson, é que V. Antes tarde do que nunca! Faz V. E acusou, Deputado Roberto Jefferson, muitas pessoas e instituições, sem trazer uma prova sequer. Presidente, eu tenho direito às respostas das questões que fiz. Quero saber os detalhes do Sr. Pelo art. Agora eu queria indagar, Sr. Eu gostaria que V. Era muito mais simples. Em um minuto eu resolvo. PT-MS — Quero registrar aqui o tempo que perdemos com algumas discussões absolutamente fora de contexto.

Vamos suspender durante alguns instantes, porque o Deputado Roberto Jefferson Presidente, depois V. Essa entrevista saiu no Jornal do Brasil de 19 de junho. O que é a Telmex? Estou apenas rememorando exatamente o que Presidente, mil desculpas por ter envolvido a telefônica, o nome da telefônica Presidente, porque a citei aqui indevidamente.

Presidente, quero que, antes de começar a contar o meu tempo, se restabeleça a calma. Essa é a diferença. Ele só pediu um colírio. Estou perguntando.

Presidente, vou fazer como? Eu preciso dessa resposta para dar continuidade às minhas perguntas. Presidente, isso é inadmissível.

Salmeron e o Sr. Maurício Marinho? Marcus Vinícius nunca lhe falou do Molina? Nunca falou do Francisco Arrighi? O senhor confirma o encontro com o Molina em Belém e que, nesse encontro, o Molina teria feito referência ao coronel Fortuna? Qual foi o dia que o senhor recebeu o Molina? Foi no dia 3 de maio? Foi nesse dia que houve a chantagem, a ameaça, o achaque por causa da fita?

Por que o Sr. Antônio Ozório. Meu filho é um menino de 27 anos, e ele é um homem de O Henrique foi padrinho dele de casamento e é meu amigo dileto, do peito, um amigo de quem gosto muito. Marinho com o Sr. Peço um pouco de paciência. Logo, o Sr. Salmeron, como Vice-Presidente, era o chefe imediato de Valdemir. É importante. Presidente, discordo, acho que a Senadora tem que cumprir o tempo.

É um currículo, chega! Também dei espaço para alguns parlamentares. Durante sua passagem pelo Rio, Valdemir mantinha contatos regulares com Roberto Garcia Salmeron e com o Deputado Roberto Jefferson, encontro dos quais Marinho eventualmente participava.

Além de Marinho, Valdemir levou mais dois empregados para o Rio: o Sr. Valdemir, Fernando e Paulo Maurício, uma sindicância para apurar irregularidades em licitações e obras de engenharia. Presidente, vou oficializar, por meio de documento, o requerimento, para que todo esse histórico possa ser confirmado.

Volto a dizer que esta CPI Roberto Jefferson e o Sr. Marinho com o Deputado Roberto Jefferson. Tinha raiva ao pensar que talvez ele estivesse com a outra garota. Agora além de querer vê-lo para satisfazer o ego, queria-o ainda mais para recarregar o espírito. Tinha de ter enlouquecido. No final das contas, ela sempre seria uma mulher extremamente bonita, para qualquer tipo de gosto masculino. Só que Sophia ficou assustada ao ver Guillian parado na porta. A rainha devia ter comentado com ele, sabendo do carinho do rapaz por ela.

Ele entrou sem dizer uma palavra. Tirou o casaco bege aberto nas Costas e também aproveitou para tirar os sapatos marrons. Sem ainda dizer uma palavra, entrou embaixo das cobertas quentes ao lado de Sophia e a abraçou. Como ela havia feito com William. Por que ele fazia isso com ela? Na verdade, no fundo mesmo, portava para a garota. Sentia-se bem naquele momento.

Ficaram horas assim. O dia transformou-se em noite e os dois ainda estavam agarrados. Agora dormindo serenamente, parecendo dois bebês. Ele se moveu mostrando estar acordado também. Virando -se a garota sorriu para o rapaz, como uma forma de agradecimento pelo momento de carinho. Guillian a puxou pela Cintura com uma força delicada e ficou mais perto dela.

Ele sabia que ela precisava ficar forte para encontrar o maldito e sortudo mortal. E como a amava secretamente, queria o melhor para ela. A presença dela embaralhava seus sentimentos. Ele sempre corria risco ao se entre entregar aos seus encantos. Hoje era o dia em que iria, finalmente, atravessar o limite imposto quando percebeu que ela tinha efeito sobre ele.

Depois disso, ele nunca mais veria Sophia Coldheart. Os olhos dela perguntavam se ele realmente queria fazer aquilo.

Os dele responderam com o ato seguinte. Ele a tomou com um beijo suave e emocionante, nada parecido com aquele intenso e sedutor de William. Quando percebeu o tipo de pensamento, resolveu desligar a mente e aproveitar o momento. Sabia o porquê de Guillian estar fazendo aquilo.

Rendeu-se aos beijos no canto da boca e, aos poucos, às carícias. Ao beijar alguém, permite-se que a outra pessoa conheça seu espírito. Ela aprendia a conhecer o dele. Ele também tirou a roupa e os dois corpos se encontraram expostos ao prazer carnal, O beijo ficava mais intenso. Os olhares, também. Guillian acariciava as partes íntimas dela e a garota sentia as veias começarem a pulsar. O êxtase proporcionado era maravilhoso. Ela realmente se sentia em um transe, dopada por uma força maior.

Via as cores se intensificarem como se estivesse sob efeito alucinógeno. Os gemidos dele e os dela. Ambos aproveitavam a troca de sentimentos e excitações. A permuta de carinho existente no ato sexual de um jovem casal explorando o amor e o sexo. Na urgência de energia, a fada resolveu bancar a amante, a dominadora, a que iria comandar a dança. O longo cabelo iluminado ficava jogado pelos ombros curvados. Precisava do momento. O frenesi começou.

A fada dançava se contorcendo em um movimento programado e ondulado, como uma serpente encantada por um flautista marroquino. Ela ficava linda se movendo daquela maneira.

Era uma dor gostosa. A dor e o frenesi descontrolados a mantinham viva, a deixavam louca. Faziam-na querer mais. E mais. Ficaram no ritmo por um bom tempo. Os olhos da fada giravam. O instante breve e profundo criado pelos Deuses e iluminado por todas as fadas e mulheres do mundo. A hora do gozo das virgens e deleite dos homens. Para ela, apenas mais um. Ao vê-la se deliciar, o garoto finalmente se sentiu homem, aquele que fazia uma fada chegar ao clímax, porque todos os pelos do corpo da garota ficaram arrepiados, os olhos apertados de prazer, as unhas cravaram na carne do rapaz e um longo gemido poderia ter sido escutado a quilômetros.

Sophia languidamente se jogou ao lado do garoto. Parecia exausta, mas, na verdade, estava mais viva do que nunca. Parecia realmente feliz. Guillian levantou apressado e foi até a janela tentando sentir a brisa da noite, por causa da falta de ar sentida pelos pulmões. Sophia ficou, da cama, observando o corpo forte do rapaz, iluminado pela lua. Ela entendia por que ele sentia os pulmões apertados. Sabia por que deveria estar extremamente confuso. Mas ele era Guillian. Seu amigo de infância, com quem sempre deu risada, companheiro de brincadeiras, O rapaz que a cortejava com um tom bem-humorado e sempre estaria ali se ela precisasse.

Era triste. Nunca mais veria Guillian Louis das Fadas. Ele iria, infinitamente, sofrer um pouco por ter tido contato com ela. Ela sabia, pois um pequeno ponto preto apareceu em seu pulso, deixando-a assustada. Você precisa fugir agora — disse Sophia, sentindo vontade de chorar. Ele a chacoalhava para todos os lados e ela entendia a dor que ele deveria estar sentindo.

É você, Sophia. Sempre foi você. Ela abaixou os olhos e cobriu o corpo com o lençol, sentando-se na cama macia. Tenho uma dívida eterna com você e um dos meus pagamentos é este. Até o momento, ela ainda conseguia controlar o poder, mas se ele continuasse ao seu lado iria ser completamente fisgado. Guillian parecia voltar um pouco a si.

Antes de abrir a porta, olhou para garota enrolada no lençol preto à sua frente. E dizendo isso, saiu do quarto, levando consigo uma parte da alma da menina. Pela primeira vez, ela sentiu uma pontada de remorso e tristeza, após ter sentido o gozo da juventude. Todos do castelo imaginavam por quê, mas ninguém comentava sobre o assunto, muito menos o governador.

Uma mulher dominadora. Arawn apenas verificou com Melanie Ame se Guillian havia chegado bem. De acordo com a rainha, ele tinha ficado febril a noite toda. Havia feito algo muito perigoso, porém, tinha sido por uma boa causa, e disso todos sabiam.

Ziqo – 20 Anos de Paz

Ele devia estar preocupado. Até concordava. Afinal, Guillian havia arriscado a vida para que a garota tivesse força, a fim de encontrar o escritor e finalmente atingir sua carga de energia completa.

Com isso feito, viveria por mais alguns meses tranquila. Compreendo a necessidade do contato entre vocês, mas tome cuidado. Faça seu trabalho e pronto. Ela aquiesceu e, pedindo licença, saiu para os jardins. Aquilo a deixava muito encabulada. Tinha de seguir em frente. Aquilo era estranho para ela. A maioria dos amantes que tinha possuído no passado, em sua vida normal, tinham esposas e namoradas.

Algo comum de conviver, pois Sophia era apenas a musa, as esposas eram as companheiras do dia a dia, O fato de sentir algo a mais por ele acabava sendo intrigante. Chegou até a lembrar da esposa de Donald, que se envolveu em uma briga poucos meses antes. Precisava entender ou ficaria louca. Resolveu deixar de lado os pensamentos obscuros e foi caminhando a passos curtos até Keswick, para verse localizava William.

Pelas visões, conseguia enxergar o sebo de livros onde trabalhava e queria surpreendê-lo. Pelo menos era o que Sophia esperava. Perfeito lugar para os amantes de livros se esconderem por horas nas prateleiras empoeiradas lotadas de informações.

O festival seria peru feito. Uma ótima oportunidade para conseguir obter energia de William, porque provavelmente o jovem teria de criar novos textos e poemas. Escritos que necessitariam de uma musa. Dizem que até a autora de Harry Potter gostava das obras de miss Beatrix Potter. O importante era que William Bass estava relacionado a este evento e poderia ser nomeado ganhador desse título. Agora, Sophia iria se encarregar de fazer isso acontecer. Quando ela ficou visível para ele, viu as linhas do rosto do rapaz se comprimirem.

Ele pareceu ainda mais confuso, talvez um pouco bravo, sério. Provavelmente, tentava entender o motivo de Sophia Coldheart aparecer para ele novamente. Algo o perturba?

Entrou em um banheiro e esperou que ela o achasse. Ele estava apoiado na pia e afastado da entrada. Parecia querer manter certa distância dela. Sophia respeitou. É assim que me sinto. Sophia ficou chocada com tudo. William continuava a falar: — Dias! O pior No final, ele estava agindo conforme ela precisava.

Por isso, iria aguardar William se acalmar, antes de dar o próximo passo. Ela estava parada, agora com as costas apoiadas na parede, e ele continuava do outro lado, perto da pia. A porta do banheiro se abriu, deixando um senhor com cerca de 50 anos entrar. Era baixinho e o topo da cabeça parecia calvo.

Mas, pense assim, você pode ser eleito o ganhador do prêmio Helen Beatrix Potter! Isto é algo grande. Dizendo isso, o senhor deu dois toques nas costas de William para demonstrar camaradagem e saiu do local, deixando o escritor ainda mais confuso.

Você é muito talentoso e eu quero estar presente para ver seu talento crescer. As palavras de Sophia fizeram efeito sobre William, pois o garoto começou a se aproximar dela. Vendo que esse poderia ser um sinal de paz entre os dois, ela resolveu se aproximar também.

Ao chegar bem perto dele, começou a brincar com o colarinho de sua camisa, e, com uma voz sedutora, quebrou o silêncio. Por isso gostaria de saber se você aceitaria me encontrar no Theatre by the Lake hoje à noite?

Ele queria vê-la novamente. Desejava isso. Vinha aguardando esse momento desde que começara a sonhar com ela. Ainda mais quando se beijaram na noite de Halloween. É próximo ao Theatre. Vou lhe esperar até às nove e quinze. Sentia a cabeça latejar com tantos sentimentos e informações. Mas tinha de ser. Agora, estava preparada, graças a Guillian, e nada poderia impedi-la de obter o que queria do rapaz.

Hoje iria vê-lo escrever e recitar versos, que iriam lhe satisfazer a gula. Nessa noite, a fada decidiu se arrumar o mais bonita possível, como se isso fosse possível, além de tentar se parecer com uma humana.

Eram elementos cravados na alma. Precisava de mais tempo com ele. Iria conseguir naquela noite. Era um local muito bonito, o tipo de paisagem feita para fotos de artistas famosos. Ao redor, canoas da mesma tonalidade ficavam amarradas nas margens. Montanhas que Sophia conhecia muito bem. As montanhas onde os Sídhes reinavam. A fada se sentou na beirada e deixou as pernas torneadas balançando para fora da plataforma.

Com as asas ainda aparentes, aguardava pelo rapaz. William havia chegado ao local, sentando-se ao lado de Sophia. Ele sentia surpresa e felicidade, estava evidente em seu sorriso. Tudo me inspira, me deixa calmo, sinto uma paz gostosa que se traduz em meus textos. Eu gosto de atingir uma densidade profunda em minhas histórias. De mostrar algo a mais para o leitor.

Sophia riu. Nunca havia descido até o píer, nem mesmo vindo ao teatro, mas achei ser o lugar perfeito para nosso primeiro encontro oficial — disse Sophia. Sophia o interrompeu antes de começar a andar. Primeiro as asas começaram a encolher e os ramos negros na pele a clarear.

Alguns deles continuavam escuros, mas todos cobertos pela roupa. E, ao mesmo tempo, a perfeita imagem de uma princesa gótica.

Naquela noite acontecia o festival de jazz e gostaria muito de poder tirar Sophia para dançar. Ela, adotando uma forma humana, possibilitava realizar tal desejo e queria aproveitar esses momentos junto a ele.

A bilheteria havia fechado às oito horas, mas William tinha passado antes para baixar os ingressos, mesmo achando que teria uma cadeira vazia ao seu lado. A noite de jazz sempre era muito concorrida. Também era um ótimo lugar para tomar um café quentinho e espumante ou comer um pedaço de bolo caseiro no Stalls Bar.

Porém, o ambiente também era frequentado por famílias. Produções maravilhosas, capazes de encantar qualquer pessoa. Sophia e William resolveram ir para os assentos na terceira fileira a tempo de assistir ao início. Quando estavam quase chegando ao local, foram interrompidos por um grande grupo de jovens que havia se aproximado e cumprimentado William. Acabei esquecendo totalmente de ligar para ver se vocês viriam. Sophia sorriu para o rapaz, fazendo-o corar.

O efeito dela era muito forte sobre as pessoas. Sou amiga do Will, de Carlisle. O Will é muito tímido Entendeu, Will?

O garoto perdido na conversa dos dois, ao ouvir seu nome, despertou. Pessoal, esta é minha amiga Sophia. Sophia ficou encarando Louise, a garota que flertava com William. Espero poder sair com vocês qualquer dia desses. Estou hospedada nas redondezas e pretendo encher muito a paciência de William nas próximas semanas. Ele estava com uma bela garota ao seu lado, talvez a mais bela, e parecia ter vergonha disso. Quem ele era para achar que poderia pensar em outra garota estando com ela?

Aparência diferente a dela. Conversa com ela sempre? Elas apenas seguem o Ryan, o popular, mas eu falo com ela às vezes. Louise gosta de ir ao sebo para ler histórias de vampiros. Gostaria de estar com eles hoje? Eu estou com ela neste momento? A fada ficou quieta. Todos nos desapontam, pensava. O festival iniciou-se em pouco tempo. William e Sophia aproveitavam a noite romântica.

Seu nome era Jade, dona de uma das mais incríveis vozes do mundo. Ela tinha sido encontrada morta com dois litros de bebida alcoólica no sangue, e todos os jornais estamparam fotos dela por semanas.

Todos estavam animados. Era gostoso. Estava tendo uma noite perfeita. Levantou de uma forma mada — disse William com um sorriso ao vê-la feliz. Amo a voz daquela mulher. É um anjo cantando.

Sophia referia-se ao dia em que Jade cantou com sua voz embriagada em um famoso pub inglês. Mas é melhor pararmos de conversar e dançarmos.

Que tal? Os passos lentos para os lados prosseguiram por um tempo. Ainda estavam acanhados por causa dos casais ao lado, que os olharam quando entraram na pista. E mil vezes mais ao escritor.

Sentia-se em um momento de pura arte. There was a time when 1 believed that you belonged to me. Com o rosto colado à orelha da garota, começou a conversar com ela.

Tudo acabava sendo muito perfeito. Era de desconfiar. Ambos os encaravam. But now I know your heart is shackled to a memory. Ela a invadiu com sede e vontade. Os olhos dela, que haviam se fechado, agora abriram para encarar a garota os observando.

Louise possuía raiva no olhar. Havia demarcado seu território. William era dela. De mais ninguém. Ela sabia ser impossível. Por mais que quisesse derreter seria complicadíssimo, nunca conseguiria amar um homem como ele a amava.

Ao passar pelo grupo de garotos, Sophia viu William comentar com Charles o local onde iriam tomar um ar. Aquilo aflorava profundamente a sua vontade de provar que podia mais.

Quando a garçonete se aproximou, fizeram o pedido: — Eu vou querer um suco de uva bem gelado e a senhorita vai querer Por que uma margarita? Sophia riu do tom da pergunta do rapaz. Depois, porque amo esta bebida, e, por fim, porque esta noite vai ser muito mais quente do que o efeito deste drinque. As bebidas foram servidas e a brisa gélida acalmava os corpos agitados pela dança.

Tudo isso deixou a noite ainda mais divertida. O rapaz adorava a forma como ela encostava o corpo no dele, e ficava imaginando como seria ir a uma casa noturna com ela e vê-la requebrar aquele corpo maravilhoso ao som de uma black music. Ele esperava. Era o que queria. O que desejava ardentemente. Take only Wbat you need from it Controle-se.

Percebia-se a magia entre os dois aumentando sempre que estavam perto do lago. Por que comigo? O quê? A fada tirou o vestido grudado no corpo, com uma rapidez incrível.

William analisava cada centímetro do incrível corpo da garota. Os ramos estavam intensificados novamente, os cabelos um pouco mais enrolados pelo suor e agora conseguia ver a cor rosada dos seios. E a desejou. Ela estava nua dentro de um lago incrivelmente gelado. Desabotoou a camisa social, abriu a calça, revelando a boxer preta, e tirou as peças. O mesmo fazia com as asas. William sentiu frio ao colocar os pés na beirada. Temeu morrer congelado e nu naquele dia. Mas pensou que valia a pena morrer por ela.

Mal sabia ele que esse destino era certo. Dando alguns passos, aproximou-se da garota e se juntou a ela na brincadeira que fazia. Logo ficou encharcado. Sophia era divertida. Qualidade ainda mais encantadora do que sua beleza. Tudo que pedira a Deus. Ela era muito leve. Sentindo a textura delgada, firme e macia da pele.

Ela voltava a querer dominar o instante. Só que William era William. O rapaz misterioso que tinha poder sobre ela e sobre suas atitudes. Pela milésima vez o escritor dizia aquilo.

Pela milésima vez ela sorria espontaneamente. Eram pequenos elogios e detalhes que transformavam a simplicidade dele na forma mais cativante de se conquistar uma mulher. Consistia em uma frase simples, mas encantadora, capaz de fazer qualquer mulher se derreter.

Mas, a vida nos mostra caminhos. E descobri que preciso do seu carinho e das milhares de qualidades que um anjo como você possui. Novamente o clima se mostrou propício para algo acontecer. Sentia, na verdade, calor. O calor emitido pelo corpo gostoso do rapaz.

As costas arqueadas pareciam as de um lutador profissional. William apertou a cintura da garota mais uma vez, enlaçando-a com seus braços fortes. Eles começaram a se beijar.

Fazia Sophia emitir sons. Gostava de ouvir aquilo. Sophia apenas sussurrava pequenas respostas e cravava as unhas claras nas costas bronzeada do rapaz. Aquilo o excitava. Brincava com os dedos e pressionava todas as partes e extremidades possíveis. Queria satisfazê-la de qualquer modo. Criava histórias em sua mente, enquanto os sons e toques eram trocados.

Ele se sentia abençoado com inspirações magníficas que no dia seguinte poderiam ser transcritas em belas obras. Ambos se acariciavam, levando um ao outro ao prazer. Ele era muito bom para ser verdade.

Sophia respondeu com um gemido. Chegando quase ao clímax, a garota virou-se de costas. O rapaz via o corpo dela marcado com as tatuagens. As asas encontravam-se abertas e imóveis pelo controle sexual. Ele segurou com força o cabelo e a cintura dela. Ela quase arrancou a grama da borda do lago, cravando as unhas na terra.

Com ela, o êxtase puro. O momento foi incrivelmente sedutor. Literalmente do outro mundo. William se satisfazia com outras meninas, mas se relacionar com Sophia havia sido diferente.

Ela demonstrava maior interesse nele e em seus movimentos. A garota era incrível. O fato de os dois se satisfazerem ao mesmo tempo recarregava ainda mais a energia de Sophia. Aparentemente, estava enganado, pois a garota o vestia com a maior tranquilidade do mundo e quase sem tremer. Sophia apenas concordou e o abraçou em um entrelaço apertado e gostoso. Tinha carinho por aquele humano. Ele parecia ser uma boa pessoa. Você poderia dormir comigo? Eu seria o homem mais feliz do mundo se pudesse ver você acordar novamente.

Sophia ponderou. Por isso andavam tranquilamente e Sophia continuava em sua forma de fada. Quem visse de longe acharia que William estava sozinho e agindo estranhamente. A menina mal parava em pé. Andava descontrolada, trançando as pernas e dando risadas histéricas, quase maquiavélicas. Louise se debruçou sobre o rapaz, passando os braços por seu pescoço. Ele a olhava desesperado, saber bem o que fazer. Charles estava na rodinha dos colegas.

Ao ver a cena, levantou-se da calçada suja e foi ao encontro de Louise, ainda rindo pendurada em William. O barato bateu forte. Principalmente ela, que sabe que fica retardada — complementou William— Charles, tira essa menina de cima de mim. Cadê aquela prostituta? A garota engoliu o choro e concordou desesperada. Charles a sentou novamente na roda, deixando apenas William com Ryan.

Quem diria William ficou mudo. Sabia que Ryan gostava de ser o líder e o mais popular da turma, mas nunca quis tentar competir com o rapaz. Eram amigos e estranhava a ironia dele. Ficou mesmo só nos beijinhos?

Apenas Louise continuava quieta. Ryan parou com o soco no ar Sentia como se alguém o estivesse enforcando. Como seu soco havia sido interrompido? Aquilo cheirava a feitiçaria. Qualquer um que nascia em Keswick sabia de coisas desse tipo, mas nem sempre tinham ciência de quem ou como eram feitas.

Pelo visto, ele tinha se deparado com alguém que sabia fazer uso de magia. Seu suposto melhor amigo. Agora, ele temia William. E entendia porque estava conseguindo tudo. Era magia. Sempre havia histórias sinistras na cidade e, todas as vezes, ele morria de medo delas. Havia acontecido isso quando encontraram as filmagens de fantasmas no bar e até quando um turista filmou, sem perceber, um OVNI.

Aparentemente, Sophia fez algo que o fizera ficar daquele jeito. William continuava parado. Via ao fundo o olhar perdido de Louise e as risadas dos outros. Talvez nem lembrasse de William. Talvez lembrasse Era muito estranho para eles tudo o que havia acabado de acontecer. Nunca imaginaria reencontrar a turma do garoto, muito menos naquelas condições, extremamente alterados. Haviam evitado uma briga e Ryan encontrava-se paralisado de medo, sentimento causado pela força espiritual de Sophia, pois ela nunca deixaria outra pessoa machucar o escritor.

Apenas ela mesma, no futuro. Logo chegaram a uma bonita casa, com muro de pedra baixo e telhado pontiagudo. Ao entrar no local, Sophia percebeu que William ainda morava com os pais. William continuou a andar e saiu pela porta dos fundos que dava acesso ao quintal, onde existia uma piscina pequena, mas que parecia ser funda.

O garoto ainda permanecia perturbado com os acontecimentos e com medo do que poderia acontecer com ele. Sophia começava a sentir pena.

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Para sorte de William ela apenas imobilizou Ryan, poderia ter feito coisas bem piores. Para um quarto de homem, estava muito organizado. Havia uma cama grande de casal coberta por lençóis de bom tecido e alguns móveis combinando com a mesma cor de madeira. Existia uma estante de fora a fora da parede, lotada de livros e uma boa cadeira e uma mesa na lateral.

Sophia imaginou ser o espaço de trabalho dele. O diferencial do quarto estava nos bilhetes de papel, presos na parede com uma espécie de alfinete. Nos bilhetes existiam frases de livros conhecidos e poemas escritos pelo próprio William. Sophia nunca pensaria em fazer algo do tipo.

Talvez perguntasse para ele. Sophia via dor nos olhos de William. A garota foi para perto da cama, onde ele ainda estava sentado, e se ajoelhou à sua frente.

Parecia que a Leanan fazia parte dele. A dor sentida pelo escritor a fazia arder, mas era uma ardência diferente. Sentia a mudança de espírito em William. Sabia que ele estava gostando. E mais uma vez estavam se amando naquela noite Acordou com a luz ofuscante da janela de madeira aberta pela metade. Ela sabia que conseguiria isso. Ele também. Era uma espécie de pergaminho no qual viu William escrever algo na noite passada, quando estava quase adormecida. Ele se juntou à fada na cama após terminar o que estava escrevendo.

O tipo de choque que uma pessoa leva quando tem uma parada cardíaca. Sentiu até falta de ar. Ela estava entrando em uma de suas fases de frenesi. Ele havia escrito uma história inspirada nela. Muito melhor. Sentia adrenalina pura. Essa sinergia estava descrita nas palavras. Sophia, aos poucos, descobriu o objetivo do concurso: escrever um livro usando a cultura local.

Perfeito também para Sophia, que iria ter uma obra inspirada nela. A Deusa sabia como agir nesses casos, pensava Sophia. Dizendo isso, William puxou Sophia pelo braço, fazendo-a cair novamente na cama.

É muito diferente e criativa. Só um escritor para ter uma ideia assim. William sorriu. Achei a cena muito interessante É um lembrete. Uma lembrança sua. Ele era extremamente maduro e focado para sua idade. Gael foi outro que, no fim da carreira, fez a mesma coisa. Isso para ela sempre seria triste. Conhecer um artista sem vícios parecia algo fascinante. Isso, sim, se tratava de um dom. Sophia lançou um olhar meigo para ele. O rapaz deu uma risada gostosa, mostrando os dentes brancos e alinhados.

É até esperado isso deles. Nunca fui o garoto conhecido por escolher os caminhos mais populares. Estou feliz onde estou e fazendo as coisas que faço. Imagina quantas pessoas poderiam ler minhas obras e se identificar com elas. Quantas vidas eu poderia tocar com minhas palavras. É algo muito gratificante. William abraçou a fada com força. Ela estava deitada em seu peitoral largo. Mais uma vez, conseguia colocar um sorriso no rosto da Leanan. O romance com William tornava-se algo muito mais intenso do que Sophia imaginava ter.

Aquilo era preocupante. Envolver-se demais com um homem nunca seria um bom sinal. Porque era isso que a aguardava: sofrimento. Por mais incrível que ele pareça ser. Sophia tinha vontade, às vezes, de chorar. Outras, de gritar. Mas na maioria delas, de ser outra pessoa.

Ela se sentia sortuda de poder tê-lo ao seu lado. Aquilo era raro. Afinal, a sorte sempre era do homem Afastar-se algumas horas da presença de William parecia torturante.

Você sabe que o que mais a criança queria era poder estar brincando, mas nada adiantava, pois era obrigatório estudar.

Mas aquele era o seu dever de casa. Annwn estava radiante, como sempre, e o brilho da tarde alaranjada assustaria um visitante, se essa fosse sua primeira vez no local. Principalmente pelo maior interessado no assunto, o governador Arawn.

Nunca a vi neste estado avoado. O pior foi perceber que a senhorita usou seus poderes na madrugada passada contra um mortal. O rapaz enfrentado estava ameaçando William. Tinha de defendê-lo. Nunca vi essa atitude vinda de você. Sempre os nomeou como o escritor, o guitarrista, o ator. A garota concordou, mostrando o humor tenebroso.

Ela mesma acabara de perceber, tendo de admitir para si própria que o havia escolhido. Era William. Qualidades raras de se encontrar em um homem, ainda mais em um jovem na flor da idade.

Estou apaixonada! Principalmente porque jamais pensou ser possível se apaixonar e agora tudo mudava. Iria sofrer em dobro quando ele se fosse.

De corpo e, em especial, de alma. Sophia havia gostado de muitos homens talentosos e mulheres com aparência de Deusas. Havia acompanhado diversos artistas e celebridades durante sua jornada. Mas nunca tinha admitido estar loucamente apaixonada por um deles. Aquilo assustava. Arawn via o desespero no olhar da fada. A neta entendia, naquele exato instante, o perigo e a montanha-russa de sentimentos em que estava entrando.

Iria passar por grandes dificuldades. Colocando em perigo todos à sua volta. Could I make you my baby Eu estava pensando, talvez. Eu poderia te tornar meu amor Após admitir estar apaixonada por William, rapaz diferente dos outros, Sophia resolveu ficar reclusa no quarto por um tempo.

Se apaixonar por um humano ou até mesmo se apaixonar por alguém era o pior erro que poderia cometer. Mais grave ainda.. Praticamente assinar a própria sentença. Porém, do que adiantava recuperar as energias e ficar bem na parte física, se psicologicamente ela estava uma bagunça?

O rapaz parecia muito sensitivo. Tinha de suspirar fundo, erguer a cabeça e aproveitar os momentos ao lado do garoto. Mesmo com cada célula do corpo desejando que o amor deles fosse eterno. Viver eternamente ao lado de William parecia ser perfeito. Ainda encontrava-se deitada de bruços na cama quando ouviu uma batida sólida na porta do cômodo. Conhecia uma pessoa capaz disso. Lorena simplesmente sentia uma liberdade muito grande com Sophia e, por sentir isso, acabava tomando as rédeas das situações que envolviam as duas fadas.

Quando vai querer realmente se divertir? Ela estava pegando pesado com a amiga. Nas poucas conversas sobre o assunto, a fada sempre parecia entediada e estressada. O que faz esse garoto ser diferente dos outros? Ele parece ser um recém-saído das fraldas, que nada sabe sobre o mundo. Sophia franziu as sobrancelhas, mostrando-se irritada. Quantas vezes vou ter de pedir isso? E maior do que eu mesma. Vejo nele uma bondade encontrada em santos, um romantismo de poetas do passado e uma força de vontade de guerreiros medievais.

Visivelmente chateada, Lorena deixou o quarto da garota. Ela era um pedaço de sua alma. A imagem dela trazia à tona seus sentimentos, fazendo-o lembrar do livro que estava desenvolvendo para o concurso.

O livro que poderia mudar sua vida. Desde que tivera relações físicas com Sophia, seus sentimentos eram expressados com muito mais intensidade. Era o primeiro capítulo de seu livro. O ruim foi ver que quem entrava era seu cliente menos desejado.

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Ou melhor, sua cliente indesejada. Usava uma saia mais apertada do que deveria. E mais curta do que deveria ser permitido. Também estava com um tamanco gigantesco da mesma cor. As unhas da garota estavam compridas e com esmalte de cor roxa. Afinal, ela parecia gostar dele de verdade. Sabe fazer tudo muito bem. Nasceu para isso. Eu nasci para quê? Conhecia Louise havia muitos anos, mas nunca pensou no que ela poderia ser no futuro. E ser comum é chato.

Nada encantador, sedutor ou quem sabe interessante. Cada um escolhe e constrói o seu futuro. Só existia um cheiro adocicado das plantas mais exóticas que o deixava alucinado Só existia uma garota Apenas tivemos um caso passageiro. Nada mais do que isso. Provavelmente só estou apaixonada por você porque fez algum trabalho em mim.

Foi o que o Ryan disse; eu sou muito bonita para você. Eu odeio essa sua cara de sonso, achando que ninguém percebe todas as suas falcatruas. Muito sexy pra você? O tom alto da voz de Louise começava a interferir no ritmo da loja. Ela fincou as unhas no braço do rapaz. Sempre te amei e você sabe muito bem disso.

Por que me tortura tanto? A morena chorava. Ela se assemelhava cada vez mais a um vampiro.